Educação no transito está servindo de modelo para outras cidades, diz policial

  • 13/03/2012 16:23

Para o Policial Militar Nascimento, um dos responsáveis pelo trabalho de orientação e fiscalização nas ruas e Avenidas da cidade, o qual está a oito anos realizando esse trabalho e se diz um cumpridor da legislação aplicada por ele conforme determina o código de transito. De acordo com ele alguns motoristas até proferem xingamentos por não aceitar a fiscalização, não faz sentido brigarem comigo, disse Nascimento.

O policial observa que a fiscalização aliada com a readequação das vias públicas, como a implantação de sinalização pela prefeitura reduziu muito os acidentes de transito na área urbana, assim como o atendimento de urgência na Fundação Hospitalar em virtude dos acidentes. “Há seis meses era uma média de 120 acidentes por mês, hoje registramos uma média de 03 no mês”. De acordo com Nascimento a aplicação de multas reduziu em cerca de 70% uma vez que os motoristas foram orientados. Ele observa que as multas são aplicadas quando há o desrespeito.

O policial de fisionomia séria faz o trabalho em uma moto, é visto constantemente nas esquinas fazendo o trabalho de fiscalização dos condutores de veículos, “andamos em toda a cidade, procuramos as irregularidades”, afirmou.
Ele se refere com orgulho ao fato de a cidade ser considerada modelo na educação dos motoristas, “hoje nosso transito e exemplo para as demais cidades”.

As notificações mais freqüentes são por dirigir sem ser habilitado (Carteira Nacional de Habilitação), outra infração frequente é dirigir sem o cinto de segurança e transportar crianças menores 10 anos no banco dianteiro de veículo. Já os motociclistas as manobras consideradas perigosas lidera a aplicação de multas,juntamente com conduzir com viseira aberta.

O militar informou ainda que motoristas de caminhão trafegam pela Avenida José Ferreira da Costa em horário proibido e são notificados. De acordo com ele o horário estabelecido em lei municipal é até ás 09 horas e depois a partir das 18 horas.

Ele revela que motoristas proferem xingos contra ele uma vez que são resistentes em aceitar ser fiscalizados, “muitas das vezes somos xingados, faz parte; ficam, bravos, estamos cumprindo nosso dever, somos pago para isso”, conclui Nascimento. O policial Sakamoto também faz esse trabalho no transito da cidade.

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